Cena de Culto: American Psycho

•Novembro 1, 2009 • Deixe um Comentário

Museu Berardo + Cais Sodre Cabaret (Maxime)

•Outubro 31, 2009 • Deixe um Comentário

Em busca de uma exposição e gostar mais daquela do lado;
sonhar com hambúrgueres e acabar nas pizzas;
à espera de gajas descascadas e ver… gajas giras mas sem fruta à mostra.

Todos infortúnios muito bem recebidos, note-se!

Memoirs of a Geisha

•Outubro 29, 2009 • Deixe um Comentário

1. Uma história passada no Japão com actores japoneses contada em (péssimo) inglês? Mas porquê??

2. Olhar para uma japonesa com olhos azuis é hipnotizante.
Reparem

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Mameha: [in voiceover] Remember, Chiyo, geisha are not courtesans. And we are not wives. We sell our skills, not our bodies. We create another secret world, a place only of beauty. The very word “geisha” means artist and to be a geisha is to be judged as a moving work of art.


Sayuri Narration: At the temple, there is a poem called “Loss” carved into the stone. It has three words, but the poet has scratched them out. You cannot read Loss, only feel it.


3. A melhor cena do filme, (felizmente) sem palavras:

The Ugly Truth

•Outubro 23, 2009 • Deixe um Comentário

A verdade nua e crua:

2 bons actores muito mal aproveitados;
péssimo rip-off de Cyrano de Bergerac;
um estereótipo tão desgarrado de ambos os géneros que passei o filme a revirar os olhos.

E eu gosto de comédias românticas.

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Vanishing Point

•Outubro 17, 2009 • Deixe um Comentário

O último herói americano.

ou

Como fazer um filme sem argumento, mas cheio de perseguições fixes.

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The Breakfast Club

•Outubro 16, 2009 • Deixe um Comentário

Todos usamos máscaras. Necessitamos de uma persona, mais forte que nós, para mostrar ao mundo. O truque está em conhecer a pessoa por detrás da máscara. Há quem o tente fazer. Há quem prefira viver numa eterna peça de teatro.

Eu era a miúda na fila de trás. Às vezes sinto-a às voltas, dentro da minha cabeça. Mas uma távola rendonda de amigos e um príncipe encantado fizeram-me descobrir a beleza da vida sem guião.

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Andrew: So what’s wrong? What is it?
Is it bad? Real bad?
Parents?
Allison: Yeah.
Andrew: What did they do to you?
Allison: They ignore me.
Andrew: Yeah… yeah.


Claire: I can’t believe you. You’re so weird. You don’t say anything all day. Then, when you open your mouth… you unload all these tremendous lies all over me.
Andrew: You’re just pissed off because she got you to admit to something.
Claire: Fine, but that doesn’t make it any less bizarre.
Andrew: What’s bizarre? We’re all pretty bizarre. Some of us are just better at hiding it, that’s all.

Palácio da Pena

•Outubro 10, 2009 • Deixe um Comentário

Não admira que os reis fossem tão cheios de si, viver num palácio destes deve subir à cabeça de uma pessoa. Que vergonha das minhas 3 assoalhadas… Que histórias terá aquele tritão para contar…

 

Convento dos Capuchos

•Outubro 10, 2009 • Deixe um Comentário

Monges corcundas (ou então de pequeníssima estatura). Conversas solitárias com ratos e aranhas. Salas claustrofóbicas. Penitência – de quê? Silêncio. Momentos de meditação e refúgio – na natureza.

 

Parque e Palácio de Monserrate

•Outubro 10, 2009 • Deixe um Comentário

Parei no tempo. Imaginei famílias reais à luz das velas em acesos debates na biblioteca. Promessas de amor perdidas por entre o murmúrio dos lagos. Longos passeios de Lordes e Ladies saídos de um filme de época da BBC.

A seguir: pausa para degustar – melhor dizendo, comer à bruta logo dois, só porque vêm quentinhos – os divinais travesseiros da Piriquita II – são mesmo os melhores, não há comparação possível!

Brideshead Revisited

•Outubro 5, 2009 • Deixe um Comentário

De como a religião e o amor não combinam.

ou

De como os threesomes nem sempre são boa ideia.

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Lady Marchmain: Tell me, I’m curious. Since, as you claim, you have no religion, what do you imagine you are doing on this earth?

Charles Ryder: Living my life, the same as you.

Lady Marchmain: But without faith, what could your purpose possibly be?

Charles Ryder: I want to look back and say that I was alive. That I didn’t turn my back. That I tried. That I was happy.